Ministra: “PI já recebeu mais do que previsto para obras de combate à seca”
dezembro 4th, 2012 | Posted by in Sem categoria - (0 Comments)Na semana passada a bancada federal do Piauí teve uma intensa e movimentada agenda em Brasília, não saiu com garantia de recurso algum, mesmo depois de duas audiências com diferentes ministras, mas fez com que algumas posições do Palácio do Planalto fossem reveladas com relação ao repasse de recursos para o estado.
Durante a reunião da bancada do Piauí, com ausência de poucos parlamentares, entre elas a do senador Wellington Dias (PT), a ministra do Planejamento disse que o Piauí não teria mais como receber recursos destinados a obras estruturantes de curto prazo para combater os efeitos da seca. Isso porque, segundo a ministra, o Piauí já teria recebido o dobro do previsto.
- Reunião da bancada com a ministra Miram Belchior: por enquanto sem mais dinheiro para obras de combate à seca.
“Em relação às obras de seca, o limite que a presidente [Dilma Rousseff] estabeleceu no global, e nós fizemos um valor referencial para cada estado, em função da população do semiárido, que é o único critério, o estado do Piauí deveria ter recebido R$ 129 milhões e nós selecionamos R$ 307,5 milhões, ou seja, 2 vezes e meia o que era o valor de referência”, disse aos presentes.
Segundo a ministra, o aumento na liberação ocorreu porque o Piauí apresentou propostas que estavam bem encaminhadas, com prazo de execução previstos para o máximo de 18 meses - o que é próximo do fim do primeiro mandado da presidente Dilma. “Foi possível fazer isso porque havia alguns outros estados que não conseguiram chegar perto do seu limite, daí vamos dar corda para quem tem condição de voar. Porque o nosso interesse é ajudar a população”, explicou a ministra.
Descontentamento
Membros da bancada, no entanto, saíram da sala de reunião da ministra resmungando, porque o encontro era justamente para angariar outras obras de combate à seca, entre elas barragens. Porém, para essa solicitação, a posição da ministra era de que no momento era preciso dar prioridade para os demais estados do nordeste brasileiro.







































































































































































































